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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Flash mob na Rodoviária do Tietê, sensacional

Na São Paulo de todos os povos, de todos os ritmos, de todos os gostos, um flash mob na Rodoviária do Tietê. Muito legal.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Tráfico proíbe a venda de crack em favelas do Rio

O tráfico de drogas vai proibir a venda de crack nas favelas do Jacarezinho, Mandela e de Manguinhos, no Rio de Janeiro. A informação foi publicada na coluna de Ancelmo Gois de hoje pelo jornalistas Jorge Antonio Barros. A medida, decidida pela maior facção do tráfico no Rio, ocorre dois meses depois de lançado no Rio o programa "Crack, é possível vencer" - do governo federal. A ordem de proibir a venda de crack partiu de chefes do tráfico, que estão presos. A informação vinha circulando pelas comunidades, mas ontem pela primeira vez apareceu o cartaz anunciando a proibição, "em breve", ao lado da cracolândia da favela Mandela, na Rua Leopoldo Bulhões, na chamada Faixa de Gaza. Os traficantes ainda têm ali cerca de dez quilos de crack. Cada pedra custa R$ 10,00. Há informações de que os criminosos temem que a Força Nacional de Segurança ocupe aquelas favelas, como ocorreu na comunidade Santo Amaro, no Catete, onde está há um mês e já apreendeu 1.513 pedras. "Gostaria que essa decisão se espalhasse por todas as favelas do Rio porque o crack é uma droga devastadora e tem produzido só dor e sofrimento" diz o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, que desde 2009 faz trabalhos sociais na Mandela. Durante muito tempo o crack era vendido apenas em São Paulo. Dizia a lenda que os traficantes do Rio não queriam produzir "zumbis". Dependentes de crack vivem nas imediações das bocas de fumo, atraindo a atenção da mídia e de operações do poder público. O tráfico no Rio alegava que a clientela de crack - miserável - traria problemas à venda de maconha e cocaína, mas capitulou após supostas alianças com a facção paulista, e começaram a oferecer o entorpecente vendido junto com a cocaína. O combate ao crack virou uma questão de honra para o governo Dilma, que anunciou investimentos da ordem de R$ 4 bilhões no programa lançado em dezembro do ano passado. A grande dificuldade, segundo o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, é a falta de pessoal capacitado para lidar com os dependentes de crack em todo o país. No Rio o programa foi implantado em abril, com a participação do governo do estado e da prefeitura. Só no Estado do Rio, a previsão de verbas da União é de R$ 240 milhões. De alguma forma a prioridade dada pelo governo ao combate ao crack chegou ao conhecimento dos chefes da maior facção criminosa, que vende a droga nas favelas. Um sinal de que o governo federal vai combater com firmeza o problema pode estar no envio da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) ao Rio, apesar do desinteresse inicial manifestado pelo governo do estado. No domingo fez um mês que integrantes da Força Nacional de Segurança -- a tropa de elite subordinada ao Ministério da Justiça -- ocuparam a comunidade de Santo Amaro, que ainda não foi pacificada, na Zona Sul do Rio. Em um mês de ocupação, a Força Nacional realizou na favela 6.929 abordagens e apreendeu 650 papelotes de cocaína, 1513 pedras de crack, 840 gramas de maconha. Além disso, foram recolhidas munições, explosivos e armas. Durante 180 dias, serão realizadas ações de polícia ostensiva, judiciária, bombeiros e perícia, em apoio às Secretarias de Saúde, Assistência Social e de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, nas áreas onde serão desenvolvidas as ações de implantação do Programa Crack, é Possível Vencer. Nas favelas de Manguinhos, traficantes foram informados que a área poderia ser ocupada pela Força Nacional se o crack não fosse retirado de lá. Isso pode ter motivado a decisão dos traficantes. A decisão agradou muitos moradores da favela Mandela. Eles são testemunhas diárias do estrago causado pelo crack na comunidade. No Jacarezinho é possível ver usuários de crack na entrada da favela, mesmo por quem passa no asfalto. As operações policiais têm sido recorrentes, mas o problema está longe de ser resolvido. Há três anos fazendo trabalhos sociais na favela Mandela, o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, afirma que tem visto a tragédia causada pelo crack na comunidade. Ele lembra que já teve que solicitar ajuda da Justiça para levar a um abrigo três crianças que eram abandonadas pelos pais, usuários de crack. A ONG Rio de Paz - que nasceu envolvida cm a redução de homicídios -- tem um projeto social, que prevê a construção de uma padaria-escola e o apadrinhamento de crianças por famílias de classe média - até a universidade. "Eu fumo para deitar e acordo para fumar" diz dona Veruska, moradora da favela Mandela.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Alstom abrirá em Taubaté centro de pesquisas e produção de equipamentos do setor hidrelétrico

A Alstom, empresa francesa que atua na área de transporte e energia, entre outros setores, anuncia que vai instalar um centro de pesquisas dedicado ao setor de energia hidrelétrica na cidade de Taubaté, no interior de São Paulo. De acordo com o presidente da empresa, Patrick Kron, deverão ser investidos cerca de 6 milhões de euros no centro global de energia. Com a nova unidade, o Brasil deverá se posicionar entre os países de referência na fabricação de infraestrutura de produção e de transmissão de eletricidade, possibilitando a exportação de equipamentos para o setor.

Hoje, a Alstom detém 40% das usinas hidrelétricas no Brasil. Também está envolvida em uma série de escândalos de pagamento de propinas a políticos, governantes e integrantes do Judiciário em São Paulo, na Europa, América, África e alguns países emergentes.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Quatro cidades paulistas ganham verba do PAC da Mobilidade

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade, anunciado ontem pelo governo federal, prevê verbas para quatro cidades de São Paulo: a capital, São Bernardo do Campo, Guarulhos e Campinas. Ao todo são 23 municípios quer serão beneficiados. Os paulistas terão ajuda financeira para transporte público como  a construção de metrô leve, de metrô, corredores de ônibus. Em São Bernardo será utilizado para fazer o metrô leve entre a Estação Tamanduateí da Linha 2-Verde do Metrô, na capital, até a cidade. Em São Paulo deverá servir para fazer ligação metroferroviária com o Aeroporto de Guarulhos, metrô e corredores de ônibus.

Ao todo estão reservados R$ 18 bilhões para as 23 cidades. Sendo que R$ 6 bilhões são dos cofres do governo federal e R$ 12 bilhões de financiamentos.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Tiririca pode ganhar, mas não levar

O candidato a deputado federal pelo PR Francisco Everaldo Oliveira Silva, o Tiririca, caso eleito, pode sofrer recurso por inelegibilidade constitucional por analfabetismo. Em outras palavras isso significa que Tiririca terá de comprovar que sabe ler e escrever e que a documentação apresentada à Justiça Eleitoral é verdadeira.

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) está solicitando nesse momento toda a papelada apresentada pelo candidato durante o registro da candidatura no TRE. O objetivo é examinar se fica comprovado nível de escolaridade, ou não.

A PRE esclarece que o procedimento de registro do candidato já transitou em julgado em 19 de agosto e, por isso, não há possibilidade de impugnação ou desconstituição de sua candidatura neste momento.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Paulistano é o que mais gasta com produtos para a casa

O morador na cidade de São Paulo gasta em média R$ 406 por ano com móveis, artigos para decoração, utensílios domésticos e cama, mesa e banho. Esse valor é quase o drobro da média nacional: R$ 236. O gasto médio no Estado de São Paulo, que responde por 30% do consumo brasileiro, é de R$ 288, segundo pesquisa do Ibope Inteligência.

Nessa categoria de consumo, São Paulo (11%) é seguida por Rio de Janeiro (5,5%), Salvador (2,5%), Belo Horizonte (2,3%) e Curitiba (2%). 

Segundo o Ibope, os produtos relacionados à casa, construção, reforma e decoração têm crescido na prioridade dos consumidores.

O estudo revela ainda que esse mercado movimenta R$ 37,7 trilhões anualmente em todo o Brasil. As classes B e C são responsáveis por 74% dos gastos – a classe B é responsável pela maior fatia, com 42% do total –,enquanto a classe A responde por 19% e a D e E, por 7%.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Em plena seca, fantasma do diesel poluidor volta a São Paulo

O clima desértico de São Paulo e a péssima qualidade do ar podem ganhar mais um agravante. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) autorizou, em caráter excepcional, o fornecimento de óleo diesel S-500, com maior concentração de enxofre, para que a frota de ônibus urbano da capital não fique sem circular. A autorização é decorrente da possibilidade de o combustível menos poluente - o diesel S-50 - vir a faltar nas próximas semanas
Desde janeiro de 2009, os coletivos paulistanos utilizam o diesel S-50 fornecido pela Petrobrás, com menor quantidade de enxofre e menos poluente. Há também mais de 7 mil lotações que utilizam o produto.
A autorização foi concedida depois que as empresas concessionárias de transporte público de passageiros da capital acionaram a agência por causa de informações originadas na BR Distribuidora, As conversas davam conta de que o combustível menos poluidor poderia faltar. Uma negociação entre a Prefeitura de São Paulo e a ANP teria garantido a liberação do diesel 500 para evitar a falta do produto nas garagens das empresas.
No último dia 25, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanus) enviou ofício ao secretário municipal de Transportes, Marcelo Cardinale Branco, solicitando providência urgente da Prefeitura junto à ANP para autorizar a Petrobrás a fornecer o diesel mais poluente como salvaguarda à operação dos ônibus, para o transporte de passageiros não parar. Nesta semana, o fornecimento de diesel às garagens foi normal, com o produto menos poluente.

A Petrobrás Distribuidora informou que na última quarta-feira, dia 25, cerca de 150 metros cúbicos (150 mil litros) de diesel do tipo S-500 foram vendidos no Pólo São Paulo. Segundo a empresa, esse volume corresponde a menos de 10% do total diário. A operação, diz nota da assessoria de imprensa, foi autorizada pela ANP e foi necessária para regularizar os estoques da unidade paulistana. Mesmo assim, não representa uma significativa alteração na rotina de abastecimento do mercado local.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente aguarda resposta de ofícios à ANP e à Petrobrás enviados na ultima quinta-feira para se pronunciar.

O fornecimento do diesel S-50 apenas para grandes capitais é fruto de acordo com o Ministério Público Federal e Ministério do Meio Ambiente em 2008. Apesar de muitas críticas e pressão da sociedade organizada, esse acerto prorrogou para janeiro de 2013 a data em que o novo diesel menos poluente deverá estar disponível para todos os veículos novos.
Cronograma indica ainda que em janeiro de 2011 a substituição do combustível deverá ser feita nas frotas de ônibus das Regiões Metropolitanas do Estado de São Paulo (Baixada Santista, Campinas e São José dos Campos) e do Estado do Rio de Janeiro.

* A Secretaria Muncipais do Verde e Meio Ambiente informou há pouco que a autorização em caráter excepcional da ANP "viola o acordo feito com o Ministério Público em 2008, que estabelece o fornecimento obrigatório de diesel 50 para a frota de ônibus na cidade desde janeiro de 2009".

"A partir da comunicação das empresas de ônibus, foram enviados ofícios ao Ministério Público, IBAMA, Cetesb, Petrobrás e ANP solicitando informações quanto à veracidade desta informação e, comprovada a situação, vamos exigir que a Petrobrás sofra as sanções previstas no acordo e que se restabeleça de imediato a entrega 100% de diesel 50", diz nota da secretaria.

Atualizado às 11h16 de 28/8

terça-feira, 1 de junho de 2010

Nascimentos em SP só no horário comercial

Estudo feito pela Fundação Seade mostra alguns dados curiosos sobre os nascimentos de bebês no Estado de São Paulo. Os bebês, ou melhor, os obstetras, preferem os horários comerciais para trazer a criançada ao mundo. Nada dessa coisa de esperar acontecer naturalmente. Os novos paulistanos vêm ao mundo mais através de cesárias do que de partos normais. Até ai nenhuma novidade.

Mas é que essas operações cesarianas são realizadas mais no período entre 6 horas e 11h59 e menos entre a zero hora e 5h59. Talvez porque os médicos não gostem de trabalhar de madrugada. Já os partos normais ocorrem mais entre 6 horas e 17h59.

Os dados sobre distribuição de nascidos vivos por tipo de parto em São Paulo revela ainda que as cesarianas são feitas mais às segunda-feira e menos aos sábados e domingos. Já os partos normais são mais registrados às quartas-férias.

A população estimado em todo Estado é hoje de 42.095.976 habitantes.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Vulnerabilidade no Rio

Um projeto do Núcleo de Estudos da População da Unicamp em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) identificou nas duas maiores metrópoles brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro, os lugares mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Relatório preliminar apontou que o ponto mais crítico no Rio de Janeiro está na Lagoa Rodrigo de Freitas e nas regiões próximas das Baías de Guanabara e de Sepetiba, ao passo que em São Paulo está na ocupação do leito dos rios Tietê e Pinheiros.

O aumento da temperatura, constatado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), já começa a dar mostras de que está afetando o Rio de Janeiro. Segundo especialistas, por si esta elevação não seria tão impactante não fosse a sua associação com os eventos de chuva mais intensos e que podem alcançar em cheio as partes mais baixas da cidade. Trata-se de uma situação caótica e já com diversos eventos decorrentes das mudanças naturais. Com o aquecimento global, as mudanças tendem a se intensificar. As chuvas das últimas 24 horas já deixou, até o momento da elaboração desse post, 82 mortos.

As primeiras avaliações tomaram por base paineis realizados pelo grupo, congregando as ideias dos especialistas dos dois Estados e do exterior na área de mudanças climáticas. O Rio de Janeiro já possuía um documento elaborado pelos pesquisadores do Instituto Pereira Passos, da Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura da capital fluminense, que serviu como ponto inicial para situar os vários problemas das mudanças climáticas. Nesse Estado, foi efetuado um levantamento das áreas mais vulneráveis entre a cota 40 cm e 2 metros, notando-se que a elevação do nível do mar se agravaria muito se somada aos eventos de chuva mais intensos.

Essa associação começaria a interferir também em áreas que normalmente não seriam alcançadas. Como o Rio de Janeiro sofreu um processo de ocupação muito intenso e irregular, as áreas de morros e de encostas sofreram com o desmatamento, tornando-se mais sujeitas a desmoronamentos. Isso porque a superfície do solo passou a não contar mais com a proteção da vegetação e, à medida em que ocorrem chuvas mais intensas, também desprendem-se as camadas superficiais do solo, deixando-o mais propício a escorregamentos, por não dispor de um sistema de drenagem adequado.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Trem bala para Curitiba

O governo federal propõe um trem de alta velocidade (TAV) ligando São Paulo e Curitiba. Esse trecho paranaense tem como base estudo do Instituto de Engenharia do Paraná. O custo estimado inicialmente seria de R$ 12 bilhões. A viagem de 360 quilômetros entre as duas capitais teria duração de uma hora e quarenta minutos, numa velocidade de até 300 quilômetros por hora. Em junho, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)  deve lançar o edital para a construção do trem bala entre São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro que vai custar pelo menos R$ 34,6 bilhões.