A nação corinthiana - propalada em 30 milhões de pessoas - vê pouco a televisão. Nem mesmo quando o time do coração está na iminência de ser campeão brasileiro. Os dois principais jogos da final do Campeonato Brasileiro - Corinthians e Palmeiras, e Vasco e Flamengo - mostraram a diferença entre as torcidas. Os times do Rio venceram os de São Paulo na audiência da TV Globo. Entre 17h e 19h, a disputa corinthiana e palmeirense alcançou, em média, 29 pontos. Já a peleja vascaína e flamenguista bateu praticamente os 31 pontos de audiência, segundo números do Ibope. Os times do Rio ficaram com a maior audiência, mas sem o título.
Em tempo: o colega Maurício Stycer acaba de me informar que na Band os paulistas teriam sido melhores que os cariocas na audiência.
O TVFoco informa que a Band teve média de 11 pontos, contra os 29 da Globo em terras paulistas. Preciso descobrir a média no Rio.
Mostrando postagens com marcador Ibope. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ibope. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Paulistano é o que mais gasta com produtos para a casa
O morador na cidade de São Paulo gasta em média R$ 406 por ano com móveis, artigos para decoração, utensílios domésticos e cama, mesa e banho. Esse valor é quase o drobro da média nacional: R$ 236. O gasto médio no Estado de São Paulo, que responde por 30% do consumo brasileiro, é de R$ 288, segundo pesquisa do Ibope Inteligência.
Nessa categoria de consumo, São Paulo (11%) é seguida por Rio de Janeiro (5,5%), Salvador (2,5%), Belo Horizonte (2,3%) e Curitiba (2%).
Segundo o Ibope, os produtos relacionados à casa, construção, reforma e decoração têm crescido na prioridade dos consumidores.
O estudo revela ainda que esse mercado movimenta R$ 37,7 trilhões anualmente em todo o Brasil. As classes B e C são responsáveis por 74% dos gastos – a classe B é responsável pela maior fatia, com 42% do total –,enquanto a classe A responde por 19% e a D e E, por 7%.
Nessa categoria de consumo, São Paulo (11%) é seguida por Rio de Janeiro (5,5%), Salvador (2,5%), Belo Horizonte (2,3%) e Curitiba (2%).
Segundo o Ibope, os produtos relacionados à casa, construção, reforma e decoração têm crescido na prioridade dos consumidores.
O estudo revela ainda que esse mercado movimenta R$ 37,7 trilhões anualmente em todo o Brasil. As classes B e C são responsáveis por 74% dos gastos – a classe B é responsável pela maior fatia, com 42% do total –,enquanto a classe A responde por 19% e a D e E, por 7%.
Assinar:
Postagens (Atom)