Para evitar passar pela comissão de ética e ser expulso do partido, o vereador licenciado e atual secretário municipal do Trabalho da Prefeitura de São Paulo, Marcos Cintra, pediu hoje a desfiliação do PR. Ele é acusado de infidelidade partidária pelo presidente da Câmara Municipal Antonio Carlos Rodrigues e de não cumprir determinação da legenda de apoiar a candidata do PT à presidência da República Dilma Rousseff e fazer campanha para o tucano José Serra.
Ele acusa os antigos companheiros de legenda de discriminá-lo e ignorarem as diretrizes programáticas do PR. Em carta enviada ao presidente do diretório municipal do PR, Cintra pediu desfiliação em caráter irrevogável. "Tal decisão se deve ao crescente desconforto que venho sentindo em relação às decisões recentes do partido que optou por uma trajetória político-ideológica que considero contrária ao manifesto e às diretrizes programáticas do PR, bem como por julgar estar sofrendo grave discriminação pessoal", escreveu.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Executiva do PR monta comissão para expulsar Cintra
A diretoria executiva do Partido da República (PR) em São Paulo monta na quarta-feira, dia 27, comissão de ética para julgar posicionamento do secretário municipal do Trabalho Marcos Cintra, que é vereador licenciado pelo partido na capital. Cintra apoia o candidato a presidente da República José Serra (PSDB), enquando seu partido está do lado de Dilma Rousseff (PT). Esse posicionamento pode levar à expulsão de Cintra da legenda.
O presidente da Câmara Municipal paulistana, Antonio Carlos Rodrigues, que também é suplente da candidata eleita ao Senado, Marta Suplicy (PT), entrou com representação contra o secretário do governo Kassab. "A diretoria nacional do PR analisa esse fato. O secretário está nesse posto pela cota do partido, então deve seguir as decisões da executiva do partido, que apoia Dilma. Ele não pode apoiar Serra. Isso é infidelidade partidária", afirma Rodrigues. O presidente da Câmara diz que o compromisso com o PT nacional deve ser respeitado. "Esa aliança foi muito boa para o PR. Tínhamos 21 deputados federais. Nas eleições dobramos de tamanho, fomos a 42. Dobramos a bancada por causa da parceria com o PT. Hoje, o PR é maior que o DEM do prefeito Kassab", conta.
O presidente da Câmara Municipal paulistana, Antonio Carlos Rodrigues, que também é suplente da candidata eleita ao Senado, Marta Suplicy (PT), entrou com representação contra o secretário do governo Kassab. "A diretoria nacional do PR analisa esse fato. O secretário está nesse posto pela cota do partido, então deve seguir as decisões da executiva do partido, que apoia Dilma. Ele não pode apoiar Serra. Isso é infidelidade partidária", afirma Rodrigues. O presidente da Câmara diz que o compromisso com o PT nacional deve ser respeitado. "Esa aliança foi muito boa para o PR. Tínhamos 21 deputados federais. Nas eleições dobramos de tamanho, fomos a 42. Dobramos a bancada por causa da parceria com o PT. Hoje, o PR é maior que o DEM do prefeito Kassab", conta.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Presidente da Câmara de SP quer punir filiado do PR que apóia Serra
O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Antonio Carlos Rodrigues (PR), entrou com representação contra o secretário municipal do Trabalho Marcos Cintra, também do Partido da República. Ele alega que Cintra não respeitou determinação partidária de apoiar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT) e dá apoio ao tucano José Serra. Rodrigues, que é suplente da senadora eleita Marta Suplicy, que houve prática de infidelidade partidária por parte de Cintra, que teria infringindo o código de ética do PR ao participar de evento da candidatura de Serra. Cintra pode ser expulso da agremiação.
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