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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Kassab dá emprego para ex-governador Goldman

O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (PSDB) está de emprego novo. Acaba de ser nomeado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) para integrar o Conselho de Administração da São Paulo Urbanismo (SP-Urbanismo), empresa ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Disputa pela presidência: Police Neto diz que pode agregar maior apoio de partidos

Líder do governo Gilberto Kassab (DEM) na Câmara Municipal de São Paulo desde 2007, o vereador José Police Neto (PSDB) defendeu sua candidatura à presidência do Legislativo e comentou sobre o apoio que recebeu do prefeito, apesar de seu adversário, o vereador Milton Leite, ser do DEM. "O Kassab enxerga que a alternância de poder no Legislativo é importante para a democracia e que neste momento a nossa candidatura pode reunir o maior número de partidos que tenham assento na Câmara", declarou Police Neto. A eleição, marcada para o dia 15 de dezembro, ocorre em meio a uma tensa disputa entre o “centrão”, bloco de partido liderado pelo presidente Antonio Carlos Rodrigues (PR), e a bancada do PSDB e o prefeito.  Nos bastidores, o “centrão” diz ter 32 votos e considera Leite um virtual eleito. Mas Kassab entrou no jogo e já coloca medo em muito parlamentar com cargos na administração.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Executiva do PR monta comissão para expulsar Cintra

A diretoria executiva do Partido da República (PR) em São Paulo monta na quarta-feira, dia 27, comissão de ética para julgar posicionamento do secretário municipal do Trabalho Marcos Cintra, que é vereador licenciado pelo partido na capital. Cintra apoia o candidato a presidente da República José Serra (PSDB), enquando seu partido está do lado de Dilma Rousseff (PT). Esse posicionamento pode levar à expulsão de Cintra da legenda.

O presidente da Câmara Municipal paulistana, Antonio Carlos Rodrigues, que também é suplente da candidata eleita ao Senado, Marta Suplicy (PT), entrou com representação contra o secretário do governo Kassab. "A diretoria nacional do PR analisa esse fato. O secretário está nesse posto pela cota do partido, então deve seguir as decisões da executiva do partido, que apoia Dilma. Ele não pode apoiar Serra. Isso é infidelidade partidária", afirma Rodrigues. O presidente da Câmara diz que o compromisso com o PT nacional deve ser respeitado. "Esa aliança foi muito boa para o PR. Tínhamos 21 deputados federais. Nas eleições dobramos de tamanho, fomos a 42. Dobramos a bancada por causa da parceria com o PT. Hoje, o PR é maior que o DEM do prefeito Kassab", conta.