O jornalista dos Estados Unidos Joe Sharkey, que estava a bordo do avião Legacy que bateu contra um Boeing da Gol em 2006 matando 154 pessoas, conseguiu se livrar de ação por danos morais movida pela viúva de um dos passageiros da Gol morto no acidente, Rosane Gutjhar. Ela alegou que Sharkey teria ofendido a nação brasileira quando escreveu artigo em seu blog chamando o País de arcaico e terra tupiniquim, além de criticar o sistema de segurança de vôo nacional. Rosane acusou Sharkey de ter promovido uma campanha em favor dos dois pilotos norte-americanos que conduziam o Legacy e que se sentiu pessoalmente ofendida com as críticas às autoridades brasileiras. O jornalista e mais sete ocupantes do Legacy se salvaram.
Rosane pleiteava uma indenização de R$ 500 mil. Mas o juiz Carlos Espínola, da 18ª Vara Cível de Curitiba, decidiu pela extinção da ação indenizatória aberta em outubro de 2009. Para Espínola, os argumentos da viúva não estavam amparados de pressupostos necessários para o desenvolvimento do processo.
Em seu blog, Sharkey escreveu que está aliviado e que a liberdade de expressão triunfou. "Skarkey vence ação no Brasil" é o título de post sobre o caso no blog do norte-americano. Ele tece críticas e justificativas ao desenrolar do processo. Entretanto, pode haver recurso da brasileira.
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Decisão sobre compra de caças ficará com próximo presidente
O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, ex-ministro da Previdência Social e do Trabalho, muito próximo a Lula, disse há pouco que a escolha sobre qual avião o Brasil comprará ficará para o próximo presidente. Hoje, Marinho teve encontro com uma delegação da cidade sueca de Linköping, onde está sediada a Saab, empresa que disputa a concorrência para a venda dos caças à Força Aérea Brasileira (FAB). Anteriormente, o Ministério da Defesa havia sinalizado preferência pela Dassault, da França, que fabrica os caças Rafale. Os suecos produzem o Gripen. "O presidente Lula pode se abster de tomar esta decisão política de grande repercussão, ou seja, o posicionamento do próximo líder definirá a companhia selecionada", afirmou Marinho.
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