Para evitar a influenza todo indivíduo deve fugir das aglomerações, principalmente à noite; não frequentar teatros, cinemas; não fazer visitas e tomar cuidados higiênicos com a mucosa naso-faringeana que, muito provavelmente, é a porta de entrada dos germens. Tais cuidados devem ser feitos por meios brandos; não devem ser usados desinfetantes enérgicos ou aplicações mecânicas que possam irritar a mucosa naso-faringeana. As inalações de vaselina mentolada, os gargarejos com água e sal, com água iodada, com ácido cítrico, tanino e infusões de plantas contendo tanino, como folhas de goiabeira e outras, são aconselháveis. Como preventivo, internamente, pode-se usar qualquer sal de quinino nas doses de 0,25 a 0,50 centigramos por dia, devendo usá-los de preferência no momento das refeições para impedir os zumbidos nos ouvidos, os tremores etc. Estas doses, salvo em casos muito excepcionais, não têm o menor inconveniente. Deve-se evitar toda a fadiga ou excesso físico. Todo doente de gripe, aos primeiros sintomas, deve procurar o leito, pois o repouso auxilia a cura e diminue não só as probabilidades de complicações, como de contágio. Os doentes não devem ser visitados, pois a moléstia se transmite de indivíduo para indivíduo, por contágio direto.
As pessoas idosas devem ser extremadas nestas medidas, não devendo, nem mesmo, receber visitas de simples cortesia, pois a moléstia é nelas mais grave. Os doentes recolhidos a hospitais e casas de saúde não devem ser visitados; as informações poderão ser dadas na portaria ou pelo telefone.
O governo vai determinar o fechamento das escolas noturnas e solicitar providências junto aos poderes eclesiásticos para que os ofícios religiosos cessem à noite. À prefeitura será pedido o fechamento da Exposição [Industrial] à noite.
O texto acima, tão atual, foi publicado no Estadão, no dia 16 de outubro de 1918, em razão da epidemia da chamada gripe espanhola. Integra tese defendida por Liane Maria Bertucci Martins, doutora em História Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora de História da Educação na Universidade Federal do Paraná (UFPR).
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Pandemônio
Médico denuncia fabricação em laboratório do vírus H1N1 e sua disseminação para vender vacinas. Verdade ou não, é chocante essa gravação.
Pandemônio
Médico denuncia fabricação em laboratório do vírus H1N1 e sua disseminação para vender vacinas. Verdade ou não, é chocante essa gravação.
Chupeta
Brasileirinhos de Maceió são os que menos usam chupetas no Brasil, enquanto os bebês da região sul estão entre os que mais utilizam esse assessório. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que, entre 1999 e 2008, houve redução expressiva do uso de chupeta em crianças menores de 12 meses. Em 1999, 57,7% dos bebês menores de 12 meses usavam chupeta no País. No ano passado, esse porcentual caiu para 42,6%, uma variação de 15,1%. O estudo levou em consideração as 27 capitais e outros 239 municípios, o que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças. A queda no uso de chupetas foi percebida em todas as regiões brasileiras. Maceió foi a capital que apresentou a maior redução no uso de chupeta (20 pontos porcentuais). Na região Norte, apenas 25,5% dos brasileirinhos menores de 12 meses usam chupeta. A região Sul possui o maior índice com 50,6%.
Chupeta
Brasileirinhos de Maceió são os que menos usam chupetas no Brasil, enquanto os bebês da região sul estão entre os que mais utilizam esse assessório. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que, entre 1999 e 2008, houve redução expressiva do uso de chupeta em crianças menores de 12 meses. Em 1999, 57,7% dos bebês menores de 12 meses usavam chupeta no País. No ano passado, esse porcentual caiu para 42,6%, uma variação de 15,1%. O estudo levou em consideração as 27 capitais e outros 239 municípios, o que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças. A queda no uso de chupetas foi percebida em todas as regiões brasileiras. Maceió foi a capital que apresentou a maior redução no uso de chupeta (20 pontos porcentuais). Na região Norte, apenas 25,5% dos brasileirinhos menores de 12 meses usam chupeta. A região Sul possui o maior índice com 50,6%.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Meningite década de 70
Todas as ações que estão sendo tomadas para evitar uma maior propagação da gripe suína no Brasil, com adiamento da volta às aulas e tudo mais me lembra a época do ginásio, quando o País vivia uma epidemia de meningite. Nas escolas passamos pelos mesmos problemas e desenvolvemos ações similares de profilaxia. Só que naquela época, na década de 70, havia um patuá de cânfora amarrado na camisa para "evitar" a contaminação. Diziam que ajudava a se proteger do vírus. Também havia vacina contra a meninigte. Hoje temos de torcer para ninguém espirar do seu lado e manter o máximo cuidado com a higiene pessoal. Vacina contra a H1N1, nem pensar.
Meningite década de 70
Todas as ações que estão sendo tomadas para evitar uma maior propagação da gripe suína no Brasil, com adiamento da volta às aulas e tudo mais me lembra a época do ginásio, quando o País vivia uma epidemia de meningite. Nas escolas passamos pelos mesmos problemas e desenvolvemos ações similares de profilaxia. Só que naquela época, na década de 70, havia um patuá de cânfora amarrado na camisa para "evitar" a contaminação. Diziam que ajudava a se proteger do vírus. Também havia vacina contra a meninigte. Hoje temos de torcer para ninguém espirar do seu lado e manter o máximo cuidado com a higiene pessoal. Vacina contra a H1N1, nem pensar.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Ching ling
De acordo com a Receita Federal, as apreensões de mercadorias no Porto de Santos chegaram à marca de R$ 163 milhões no primeiro semestre do ano. Supera em 106% o resultado obtido em 2008. Foram apreendidas 56 toneladas de roupas de frio, produtos que iriam abastecer o comércio das Ruas 25 de Março e José Paulino, em São Paulo, paraíso dos sacoleiros. Os produtos eletrônicos e de informática lideram o ranking de apreensão, seguidos de óculos, relógios e tênis. A imensa maioria dos contêineres, 95%, tem procedência da China.
Ching ling
De acordo com a Receita Federal, as apreensões de mercadorias no Porto de Santos chegaram à marca de R$ 163 milhões no primeiro semestre do ano. Supera em 106% o resultado obtido em 2008. Foram apreendidas 56 toneladas de roupas de frio, produtos que iriam abastecer o comércio das Ruas 25 de Março e José Paulino, em São Paulo, paraíso dos sacoleiros. Os produtos eletrônicos e de informática lideram o ranking de apreensão, seguidos de óculos, relógios e tênis. A imensa maioria dos contêineres, 95%, tem procedência da China.
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