segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sistema ligado

O Legislativo paulista depende totalmente do poder Executivo, até para mandar um simples email. Estou falando do provedor da Assembléia Legislativa de São Paulo, que está ligado totalmente ao datacenter do governo. E a coisa lá anda bem devagar. Por exemplo, se 150 internautas acessarem o site simultaneamente, o sistema cai. Se a Prodesp, que cuida das páginas da administração estadual, tem problemas, os deputados estaduais também ficam fora do ar. Um depende do outro, às vezes mais do que se pensa...

sábado, 7 de fevereiro de 2009

CPIs do Kassab

A próxima terça-feira é o dia D para a instalação de duas novas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) na Câmara Municipal de São Paulo. O regimento interno prevê o funcionamento simultâneo de duas. Há cinco pedidos na fila. Um para apurar esquema de propina nas subprefeituras, um outro para apurar concessão de alvarás de funcionamento a templos regiliosos, um terceiro para verificar procedimentos e licenciamentos de locais com frequência maior que 100 pessoas e dois requerimentos para investigar a máfia da merenda escolar. Duas comissões sairão do papel, sem choro nem vela. No governo Kassab o clima demonstrado é de que não há problemas, mas nos bastidores as conversas vão de vento em popa. Para instalação de CPI são necessários 28 votos. O prefeito tem maioria.

CPIs do Kassab

A próxima terça-feira é o dia D para a instalação de duas novas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) na Câmara Municipal de São Paulo. O regimento interno prevê o funcionamento simultâneo de duas. Há cinco pedidos na fila. Um para apurar esquema de propina nas subprefeituras, um outro para apurar concessão de alvarás de funcionamento a templos regiliosos, um terceiro para verificar procedimentos e licenciamentos de locais com frequência maior que 100 pessoas e dois requerimentos para investigar a máfia da merenda escolar. Duas comissões sairão do papel, sem choro nem vela. No governo Kassab o clima demonstrado é de que não há problemas, mas nos bastidores as conversas vão de vento em popa. Para instalação de CPI são necessários 28 votos. O prefeito tem maioria.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Na minha onda não

O governo Serra não gostou da divulgação, por parte do governo federal, da existência de dinheiro da União para o Metrô paulistano. A leitura que técnicos do Estado fazem é que dos R$ 1,9 bilhão da verba, cerca de R$ 1,6 bilhão são de financiamento do BNDES para a Linha 2-Verde, e não recursos próprios a serem investidos. Há ainda R$ 270 milhões restantes que, dizem ainda os assessores de Serra, são repasses antigos que eram devidos. Em São Paulo não querem que Lula surfe na onda do programa de expansão dos transportes públicos metropolitanos projetada por Serra.

Na minha onda não

O governo Serra não gostou da divulgação, por parte do governo federal, da existência de dinheiro da União para o Metrô paulistano. A leitura que técnicos do Estado fazem é que dos R$ 1,9 bilhão da verba, cerca de R$ 1,6 bilhão são de financiamento do BNDES para a Linha 2-Verde, e não recursos próprios a serem investidos. Há ainda R$ 270 milhões restantes que, dizem ainda os assessores de Serra, são repasses antigos que eram devidos. Em São Paulo não querem que Lula surfe na onda do programa de expansão dos transportes públicos metropolitanos projetada por Serra.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Tucânimos arrepiados

Depois da guerra no diretório municipal do PSDB da capital, no ano passado, que culminou na divisão do partido durante a disputa da Prefeitura de São Paulo, há uma tentativa de serenar os ânimos e colocar tudo em pratos limpos. Mas o tiro pode sair pela culatra e aumentar as disputas internas. Está em andamento um recadastramento dos filiados. Hoje são cerca de 45 mil em todos os 50 diretórios zonais paulistanos. E a estimativa é de o número caia para cerca de 5 mil. O recadastramento termina em abril. Quem não participar, prometem os peessedebistas, perde a filiação. Após essa fase começam as articulações para escolher o novo comando do diretório. O presidente terá ampla importância em 2010, na definição dos candidatos às eleições para presidência da república, governador, deputados e senadores. Os próximos episódios prometem fortes emoções. Em tempo: a reeleição do deputado paulista José Aníbal para a liderança do PSDB na Câmara em Brasília rachou a bancada tucana e levou à criação de uma ala dissidente com 19 parlamentares, de um total de 59. Alegam que a recondução ao cargo foi um golpe orquestrado pelo próprio Anibal. A reeleição estava proibida desde 2003, e a regra foi mudada horas antes de Aníbal galgar o posto novamente.

Tucânimos arrepiados

Depois da guerra no diretório municipal do PSDB da capital, no ano passado, que culminou na divisão do partido durante a disputa da Prefeitura de São Paulo, há uma tentativa de serenar os ânimos e colocar tudo em pratos limpos. Mas o tiro pode sair pela culatra e aumentar as disputas internas. Está em andamento um recadastramento dos filiados. Hoje são cerca de 45 mil em todos os 50 diretórios zonais paulistanos. E a estimativa é de o número caia para cerca de 5 mil. O recadastramento termina em abril. Quem não participar, prometem os peessedebistas, perde a filiação. Após essa fase começam as articulações para escolher o novo comando do diretório. O presidente terá ampla importância em 2010, na definição dos candidatos às eleições para presidência da república, governador, deputados e senadores. Os próximos episódios prometem fortes emoções. Em tempo: a reeleição do deputado paulista José Aníbal para a liderança do PSDB na Câmara em Brasília rachou a bancada tucana e levou à criação de uma ala dissidente com 19 parlamentares, de um total de 59. Alegam que a recondução ao cargo foi um golpe orquestrado pelo próprio Anibal. A reeleição estava proibida desde 2003, e a regra foi mudada horas antes de Aníbal galgar o posto novamente.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Eô, é camelô

Promessa de acabar com camelôs em São Paulo derrapou. Só na área da subprefeitura de Santana, onde havia 219 ambulantes com permissão de trabalho, o número cresceu mais de 100% nos últimos dias. Há cerca de 500 deles, inclusive com devolução da permissão de quem havia sido cassado por vender produto pirata comprovadamente.

Eô, é camelô

Promessa de acabar com camelôs em São Paulo derrapou. Só na área da subprefeitura de Santana, onde havia 219 ambulantes com permissão de trabalho, o número cresceu mais de 100% nos últimos dias. Há cerca de 500 deles, inclusive com devolução da permissão de quem havia sido cassado por vender produto pirata comprovadamente.