Assim como a Associação Comercial de São Paulo criou o "impostômetro", que mede em tempo real a quantidade de impostos que o cidadão brasileiro paga, os sindicalistas da região do ABC vão inaugurar amanhã o "pedagiômetro", que vai mostrar também em tempo real quanto os motoristas pagam nas mais de 220 praças de pedágio instaladas em rodovias do Estado.
Um painel eletrônico com 2,5 metros de altura ficará em frente à Câmara Municipal de São Caetano do Sul, na Avenida Goiás, a principal da cidade. Às 14 horas haverá um ato de protesto contra o excesso de praças de cobrança de pedágio em São Paulo. Segundo os organizadores, com o "pedagiômetro" a população poderá saber quanto as empresas já arrecadaram. Desde 1ª de janeiro esse valor já chega a R$ 3,8 bilhões.
Pesquisa do Ibope feita a pedido da Fiesp mostra que 46% dos empresários do Estado de São Paulo consideram o pedágio das estradas um dos grandes entraves ao crescimento da indústria. Um caminhão com seis eixos, para ir e voltar de São Paulo a Rio Preto paga R$ 770,00 de pedágio. Se o mesmo caminhão for e voltar de Minas Gerais, o motorista irá gastar R$ 107,00 percorrendo estradas federais.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Economizar
A nova moda nas rodovias paulistas, aquelas que estão sob concessão de empresas privadas, é retirar a defensa instalada na lateral das pistas em alguns trechos. Isso deixa as estradas com aspecto mais limpo, sem aquelas geringonças metálicas que ficam sujas pela fuligem que sai dos escapamentos dos automóveis e amassadas pelas batidas. Na Anchieta, por exemplo, as proteções foram retiradas da pista marginal entre os kms 14 e 11, sentido capital. A empresa que administra o local alega que foi preciso reavaliar as necessidades de manutenção e implantação desses dispositivos de segurança. Diz que a área de recuo na pista, a geometria do trecho e o limite de velocidade permitem a retirada, sem levar riscos aos motoristas. Só descobriram isso agora?
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A nova moda nas rodovias paulistas, aquelas que estão sob concessão de empresas privadas, é retirar a defensa instalada na lateral das pistas em alguns trechos. Isso deixa as estradas com aspecto mais limpo, sem aquelas geringonças metálicas que ficam sujas pela fuligem que sai dos escapamentos dos automóveis e amassadas pelas batidas. Na Anchieta, por exemplo, as proteções foram retiradas da pista marginal entre os kms 14 e 11, sentido capital. A empresa que administra o local alega que foi preciso reavaliar as necessidades de manutenção e implantação desses dispositivos de segurança. Diz que a área de recuo na pista, a geometria do trecho e o limite de velocidade permitem a retirada, sem levar riscos aos motoristas. Só descobriram isso agora?
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